EIA - EXPERIÊNCIA IMERSIVA AMBIENTAL


Joeser e o Coletivo Madeirista







Coletivo Madeirista, inventário das Sombras
EIA05

Escrito por EIA às 02h43
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Jean Sartief



o Jean abordava alguma pessoa na rua e oferecia um bilhete, escrito por
um desconhecido. pedia em troca que esta escrevesse um novo bilhete,
que seria oferecido a outro desconhecido, e essa corrente iria se fazendo
através dele.
Ele foi praticamente todos os dias fazia sua enquete em qualquer lugar.
Dizia que começou a fazer isso porque sentia que as pessoas deixaram
de se comunicar, e ele pretendia resgatar isso de alguma forma.

Escrito por EIA às 02h29
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os sonhos e suas teias






Gisella pede e recebe os sonhos dos moradores do Capão Redondo.
juntos tecem uma teia de trapos.

Giselle Hiche, Sonhos Para a Cidade da São Paulo

Escrito por EIA às 14h45
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pelos caminhos e descaminhos da cidade





Floriana Breyer, Ribanceira
EIA2005

Escrito por EIA às 14h31
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tem futuro? pergunta Fabiana Prado




Fabiana Prado, Futuro
EIA 2005

Escrito por EIA às 14h25
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texto da Gisella Hiche

6/12/2005
> Refazendo limites da arte e da cidade
> ArteCidadania.org.br - Gisella Hiche
>
>
>
>  O EIA, Experiencia Imersiva Ambiental, realizou pelo segundo ano
> consecutivo, de 12 a 20 de novembro, 75 trabalhos nos espaços públicos de
> São Paulo. As intervenções eram de artistas de São Paulo, Rondônia, Rio
> Grande do Norte, Pernambuco, Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro, Rio
> Grande do Sul e Distrito Federal.  As ações tinham em comum a proposta de
> questionar a dinâmica da cidade, os abusos de poder que restringem a
> potencialização do espaço público, destituindo-o de sua função de agregar as
> pessoas.
>
>  Apesar da rua ser o denominador comum, houve uma variedade muito grande de
> linguagens: lambe-lambe, performances, instalações e panfletagens, o quê
> ampliou as possibilidades de interação com pedestres, carros e ônibus.
> Criou-se, dessa forma, mecanismos de legitimação para o sentido das obras e
> para o uso das vias públicas como espaço para livre manifestação de idéias e
> campo de troca.
>
>  Através da ação artística, o proibido e o permitido perdem sua
> inflexibilidade e passam a ser questionados de forma lúdica e cooperativa.
> Camille Kachani, no seu trabalho "re/SINAL/iz/AÇÃO", pendurou ao lado de
> placas de trânsito da Avenida Paulista novas placas, proibindo café e
> banana, permitindo revólver, granada, Mickey Mouse e Coca-Cola. Para
> completar sua iconografia, um mapa do Brasil de cabeça para baixo foi
> afixado no cruzamento da Bela-Cintra com a Paulista.
>
>  Nenhum projeto tem como finalidade resolver problemas macroestruturais, mas
> sim plantar sementes por meio de pequenos deslocamentos de percepções. "Nós
> não estamos aqui para lhe salvar", afirma o lambe-lambe do artista Lucas HQ.
>
>  Muitas obras têm como objetivo central a denúncia criativa.O grupo Alerta!,
> de São Paulo, pendurou na frente das câmeras de vídeo que monitoram a
> Avenida Paulista balões de hélio amarelos com a smile face e a frase "Deus
> TV". Os balões não buscavam tapar a visão das câmeras, mas evidenciar a
> presença dos sistemas de vigilância nas calçadas por parte de empresas
> privadas. O grupo Esqueleto Coletivo, colou lambe-lambe com os dizeres "vida
> X propriedade" em prédios vazios do centro para denunciar o problema do
> déficit habitacional e o excesso de prédios inutilizados.
>
>  Nenhum trabalho do EIA tem licença para ser realizado. O fator surpresa e a
> proposta de realmente questionar os limites faz com que o único apoio do
> grupo seja o direito de livre expressão, tendo sempre como referência o
> outro. Muitas vezes seguranças saem de sua loja até a rua para dizer que
> "não pode", mas devido ao caráter das obras, ficam confusos.  A conversa com
> os artistas gera justamente a reflexão sobre as proibições, expondo sua
> arbitrariedade e muitas vezes inutilidade. O artista que sai às ruas para
> elaborar seu trabalho precisa necessariamente usar a dinâmica da cidade como
> sua matéria prima. Não importa se o trabalho é mais diretamente político ou
> se atua em campos mais sensoriais. Seu processo de produção já é na origem
> um exercício ético que dosa a l iberdade do artista com o campo onde se dará
> a recepção.  O estranhamento pode atuar em diversas dimensões.
>
>  Um dos trabalhos mais fortes do EIA foi o de Luciana Costa, Bela Vista, no
> qual ela caminhou do Hospital Beneficência Portuguesa até o Cemitério da
> Consolação, vestida com uma roupa de hospital e levando nas costas dois
> reservatórios com tinta vermelha que ia escorrendo e formando uma linha na
> rua.
>
>  Ao reunir artistas com propostas tão variadas, o EIA precisa já no processo
> de organização desenvolver formas de lidar com a diversidade. Mas como o
> nome já diz, trata-se de uma experiência. As conseqüências são difíceis de
> serem avaliadas, mas duas delas são bastante estimulantes: o convívio de
> artistas de vários estados durante uma semana e a difusão da arte em lugares
> inesperados.
>
>  Fotos das ações podem ser encontradas no site www.eia05.zip.net
>
> http://www.artecidadania.org.br/paginas.php?setor=1&pid=587


Escrito por EIA às 00h50
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Clarisse


Clarisse
EIA2005


Escrito por EIA às 01h00
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Fernando De La Rocque


Fernando De La Rocque - veja o que as artes plásticas fizeram a meu filho
EIA2005

Escrito por EIA às 00h46
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Grupo Pardieiro - Outmídia




Grupo Pardieiro - Outmídia
eia2005

Escrito por EIA às 00h38
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Alessandra Cestac




Alessandra Cestac
EIA2005


Escrito por EIA às 00h27
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camille kanachi- ressinalização


EIA2005
camille kanachi- ressinalização

Escrito por EIA às 00h21
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camille kanachi- ressinalização



Escrito por EIA às 17h23
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